Ao mesmo tempo que mantém viva a relação ancestral com o sagrado, o terreiro luta para sobreviver no espaço físico das cidades brasileiras e ter sua história preservada, como é o caso do Ilê Àse Obá Aganju, em Olinda. O terreiro foi fundado em 1948, pela Iyalorixá Maria de Lourdes da Silva, no bairro de Guadalupe. 

Esta pesquisa contou com incentivo da Lei Aldir Blanc estadual. 

 

Entre Xangô e a Jurema Sagrada: tradição, cultura e saberes ancestrais

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